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quinta-feira, 13 de março de 2014

Bahamas

No dia 13 de março de 2014, às 9h30, saímos de Brasília, pela American Airlines, rumo a Miami. Depois de quase 8 horas de voo, chegamos à cidade que é a segunda cidade mais populosa do estado da Flórida e a 44ª mais populosa dos Estados Unidos. Em relação ao horário de Brasília, o fuso horário é de 3 horas a menos.

Ficamos no Shalimar Motel (6200 Biscayne Boulevard), numa área mais próxima ao porto. A cidade é imensa e para quem ficar mais tempo na cidade o ideal é alugar um carro, ainda que haja a dificuldade de estacionar, pois todo local é cobrado.

No dia seguinte, embarcaríamos em um cruzeiro de 3 dias pelas Bahamas, um país insular constituído por mais de 3.000 ilhas, cayos e ilhéus no oceano Atlântico. Sua proximidade com a Flórida (a 160 km da sua costa) faz com que muitos turistas partam de Miami para conhecê-la. 

A capital é Nassau e a língua oficial é o inglês.

A moeda local é o dólar baamiano, mas o dólar americano é aceito na maioria das transações financeiras.


De colonização britânica, as Bahamas só conseguiram sua independência em 1973.

Cruzeiro pelas Bahamas

A indústria de cruzeiros marítimos pelo Caribe tem seu ponto de partida principal em Miami. Quem quiser ver transatlânticos imensos basta dar uma passada pela Mac Arthur Causeway, a ponte que liga Miami a Miami Beach. É ao longo dessa avenida que estes gigantes estacionam. 

Caso chegue com antecedência, é bom dar uma passadinha no Bayside, um shopping junto à área do porto que vende roupas, acessórios, sapatos, joias, souvenirs e ainda tem salão de beleza e muitos restaurantes e cafés. Nós almoçamos ali antes de ir para o navio. Ali também há lojas que alugam bicicletas e vendem passeios de barco. Tudo é voltado para o turismo.

Nós fizemos o passeio pela Royal Caribbean no navio Majesty of the Seas, por três noites: de 14 de março a 17 de março, partindo do Porto de Miami, às 16h. O roteiro incluía Cocay e Nassau, nas Bahamas, e as praias de Miami. O valor incluía tudo (exceto bebida alcoólica), inclusive gorjetas.

O navio imenso tinha muitos salões de festa, jantar, espaço para shows, restaurantes, piscina, sala de jogos, teatro, lojas, sala de massagem. O nosso quarto ficava ao fundo de um corredor com vista para o mar. Escolhemos por ser um local mais silencioso, segundo dicas, onde há pouca passagem de gente no corredor. Logo, as malas deixadas com um empregado (antes de embarcar) foram deixadas na nossa porta.

Tudo é muito organizado. No primeiro dia, há comes e bebes para receber os turistas. No almoço do dia seguinte, pode-se comer num dos vários restaurantes do cruzeiro – há todo tipo de comida – ou ainda nas barracas montadas na praia. Em qualquer uma das opções – tudo à vontade e incluído. Uma dica: o almoço no navio é bem melhor.

Nesse dia, tínhamos reservado o jantar para às 18h30 (horário mais cedo) para o dia do aniversário o Ricardo. Mas como tínhamos comido muito desde cedo e estávamos bem cansados, acabamos não indo. No dia seguinte, para nossa surpresa, durante o jantar, os garçons aparecem cantando parabéns e com um bolinho e uma velinha. Incrível!!! E a comida era simplesmente divina.

Uma das 26 ilhas das Bahamas é a Paradise, com inúmeras praias: Arawak, Victoria, Cabbage, Cove, Colonial e a própria Paradise que dá nome à ilha. Para chegar até as praias, precisamos pegar botes menores. Na ponta da ilha há um belo farol, visto à distância. As águas são muito cristalinas e calmas. A caminho da Paradise Island, está o Marina Village, um conglomerado de lojas, cafés e restaurantes à beira-mar. Há, inclusive, um píer para caminhar e admirar a paisagem.

Após percorrer essas praias, o cruzeiro para na Ilha de New Providence, no Nassau Harbour (píer de Nassau) onde fica ancorado.

Outras ilhas importantes são Andros (a maior), Grande Bahama ao norte e Inágua a sul. O clima local é tropical, moderado pelas águas quentes da corrente do Golfo, com furacões e tempestades tropicais frequentes entre maio e outubro.

De colonização britânica, as Bahamas só conseguiram sua independência em 1973.

A língua oficial é o inglês e a moeda local é o dólar baamiano, mas o dólar americano é aceito na maioria das transações financeiras.

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